Protocolo — unitário e arcada completa

Dentes fixos
para você voltar
a comer sem pensar.

nunca mais tirar

Não sai da boca Não cobre o céu da boca Preserva o osso
role
Raiz

Dentadura devolve o dente.
Não devolve o gosto.

O que ninguém explica antes

Uma dentadura superior cobre o céu da boca. E é ali que mora boa parte do sabor.

Quem usa dentadura raramente diz "perdi o paladar". Diz que a comida ficou sem graça, que só sente sal e açúcar, que parou de gostar de coisas que amava. E acha que é a idade.

Não é. É a placa. Ela cobre o palato, bloqueia a temperatura e atrapalha o caminho do cheiro que sobe até o nariz por dentro da boca — que é de onde vem a maior parte do que a gente chama de sabor.

Um trabalho sobre implantes não precisa cobrir o palato. É a diferença entre ter dente e ter refeição.

A gengiva precisa descansar
A prótese removível comprime a mucosa o dia inteiro. Sem algumas horas de descanso por dia, a gengiva inflama, fere e infecciona — e a ferida vira o motivo de parar de usar, o que acelera tudo.
A higiene é diária e não negociável
Placa removível acumula biofilme rápido. Sem limpeza correta todos os dias, vira candidíase, mau hálito e infecção de repetição — e, em pessoas mais frágeis, risco respiratório.
O osso continua encolhendo por baixo
Dentadura apoia, não ancora. Como o osso deixa de receber carga, ele reabsorve ano após ano. Por isso a prótese que servia há três anos hoje solta — não foi ela que mudou, foi a base.
A mordida perde força
A força de mastigação com prótese total removível é uma fração da força de um dente ancorado no osso. Não é impressão: é por isso que certos alimentos saíram do cardápio sozinhos.
FOTO REAL · mesa / refeição · 21:9 clique para ampliar

O efeito dominó

Um dente que falta
não fica faltando sozinho.

Dente não trabalha isolado. Cada um é segurado pelos vizinhos e encontra o de cima quando a boca fecha. Tire um, e a arcada inteira começa a se reorganizar em volta do buraco — devagar, sem dor, e sem avisar. Avance os anos abaixo.

O implante mais barato da sua vida é o que você faz hoje.

Duas situações

Falta um dente.
Ou faltam quase todos.

O caminho é diferente, o princípio é o mesmo: devolver raiz ao osso antes que o osso desapareça.

Situação A

Unitário

Um dente ausente, ou um que não tem mais salvação. O trabalho aqui é tanto repor quanto impedir a cascata.

O que entra
Um implante e uma coroa sobre ele
Não mexe
Nos dentes vizinhos — diferente da ponte fixa, que precisa desgastar os dois lados
Preserva
O osso da região, que só se mantém se receber carga
Urgência
Quanto antes, menos osso perdido e menor a chance de precisar de enxerto

Situação B

Arcada

Muitos dentes ausentes, ou uma dentadura que já não segura. O trabalho é devolver função e paladar ao mesmo tempo.

O que entra
Implantes que ancoram uma prótese fixa, ou uma prótese removível estabilizada sobre implantes
O palato
A solução fixa não cobre o céu da boca — é onde o sabor volta
Estabilidade
Não solta ao falar, rir ou mastigar
Avaliação
Quantidade e qualidade de osso definem a técnica; enxerto entra quando necessário

O protocolo

As quatro camadas

De baixo para cima. Nunca fora de ordem.

Camada 01

Osso

Tudo começa embaixo. Sem volume e sem qualidade óssea, nenhum implante integra — e prometer implante sem olhar isso primeiro é o erro que mais gera retrabalho neste mercado.

O que entra
Tomografia, avaliação de saúde geral, tratamento de doença periodontal e enxerto ósseo quando indicado
IMG 21 · osso trabecular · 3:2 ampliar

Camada 02

Raiz

O implante é uma raiz de titânio. Ele não é colado nem apoiado: o osso cresce em cima dele e passa a segurá-lo. É isso que faz um dente sobre implante parecer dente, e não peça.

O que entra
Planejamento digital, instalação do implante e o tempo de osseointegração
Por que importa
Raiz no osso devolve carga — e osso que recebe carga para de encolher
IMG 22 · implante em contraluz · 4:5 ampliar

Camada 03

Coroa

A parte que aparece. Formato, cor e proporção saem do seu rosto — e quando a arcada é inteira, é aqui que se decide se o resultado vai parecer trabalho feito ou vai parecer você.

O que entra
Moldagem ou escaneamento, ensaio do formato e a prótese definitiva
FOTO REAL · prótese em bancada · 3:2 ampliar

Camada 04

Mordida

A camada que decide quanto tempo o trabalho dura. Se a força não estiver distribuída, o implante aguenta — mas a prótese, o parafuso e os dentes vizinhos cobram a conta depois.

O que entra
Ajuste de oclusão, placa de proteção quando há bruxismo e revisões programadas
IMG 24 · oclusão / encaixe · 3:2 ampliar

Antes que você pense que não é pra você

Dente não cai por idade.
Cai por causa.

Metade das pessoas que chegam aqui sem dentes tem menos de cinquenta anos. Elas evitam o assunto porque a propaganda de implante só mostra gente de cabelo branco, e porque perder dente cedo carrega uma vergonha que ninguém deveria carregar.

Perda dentária tem causa clínica, e causa clínica tem nome:

Doença periodontal Trauma e fratura Cárie extensa Efeito de medicação Tratamento oncológico Bruxismo severo Genética Falta de acesso a tratamento

Aqui ninguém vai te perguntar como você chegou nesse ponto.

Se você está lendo isso por outra pessoa

A decisão continua sendo dele. Só deixa de ser no escuro.

Muita gente chega aqui procurando pelo pai, pela mãe, pelo marido. E quase sempre já ouviu as mesmas três frases: "não precisa", "está bom assim", "não quero dar trabalho".

Isso raramente é teimosia. Costuma ser medo de cirurgia, receio do custo e o constrangimento de admitir que parou de comer o que gostava — e que já evita jantar fora.

O que destrava não é insistir. É trazer para uma avaliação onde ele ouça de um profissional, e não de você, o que ainda dá para fazer e o que acontece se não fizer nada. Muita gente muda de ideia quando entende que a escolha não é entre "fazer" e "ficar como está", e sim entre "fazer agora" e "fazer um caso maior depois".

Você pode vir junto na primeira consulta. A maioria vem.

Perguntas

O que me perguntam
toda semana

É uma cirurgia feita com anestesia local, e a maior parte das pessoas se surpreende com o quanto foi mais tranquilo do que imaginava — muitas comparam com uma extração. O pós-operatório é orientado passo a passo, com medicação prescrita e retornos marcados. Para quem tem muita ansiedade, existem protocolos de sedação, avaliados caso a caso.

É comum, principalmente em quem usa prótese removível há anos, e quase nunca é impeditivo. A tomografia mostra exatamente quanto osso existe em cada região, e a partir daí se decide entre técnicas que aproveitam o osso disponível ou enxerto para reconstruir o que faltou. O que não dá é planejar implante sem essa imagem.

Não. Ninguém sai daqui sem dente. Existe sempre uma solução provisória durante o período de integração — e em parte dos casos é possível instalar os dentes provisórios fixos no mesmo dia da cirurgia. Se o seu caso permite isso, você fica sabendo já na avaliação.

Depende de duas coisas: se houve necessidade de enxerto e de como o seu osso responde. Um unitário sem enxerto costuma ser mais curto; uma arcada com reconstrução óssea é um tratamento de meses. Na avaliação você recebe o cronograma do seu caso com as datas reais, não uma média.

Na maioria dos casos sim, com cuidados adicionais. Tabagismo e diabetes descompensada aumentam o risco de falha na integração, então entram no planejamento de frente: controle glicêmico, ajuste de conduta e, no caso do cigarro, um período de redução ou pausa em torno da cirurgia. É uma conversa honesta que a gente tem antes, não depois.

O implante tem taxas de sucesso muito altas a longo prazo, mas depende de manutenção — higiene, controle da gengiva em volta e revisões. A parte que aparece, a coroa ou a prótese, tem vida útil própria e pode precisar de troca ao longo dos anos. Prefiro dizer isso agora do que você descobrir depois.

Dra. Raquel Fernandes no consultório

Quem opera

Dra. Raquel Fernandes

Eu sou dentista, especialista em Implantodontia e em Harmonização Orofacial. Implante é a especialidade em que eu me formei primeiro, e é a que me ensinou a ordem que eu uso em tudo: resolver a base antes de pensar no que aparece.

Por isso aqui a conversa começa pela tomografia e não pelo orçamento. Osso, saúde da gengiva e mordida definem o que é possível — e prometer antes de olhar isso é o erro que mais gera retrabalho nesse mercado.

E atendo muita gente que tem medo de cirurgia e que sente mais dor que a média. Isso muda como eu conduzo: anestesia com técnica e com tempo, cada passo explicado antes, e a liberdade de parar quando você precisar parar.

CRO-BA 26786
Especialista em Implantodontia
Especialista em Harmonização Orofacial

Eu não devolvo dente. Eu devolvo jantar com a família.

O primeiro passo

Uma tomografia responde quase tudo.

A avaliação é presencial e começa pela imagem. Você sai dela sabendo quanto osso tem, qual é o caminho indicado para o seu caso e em quanto tempo ele acontece — com as datas no seu calendário.

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Atendimento em Lauro de Freitas / BA. Resposta em até um dia útil. Acompanhante é bem-vindo.

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